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quarta-feira, 6 de julho de 2016

9 tipos de funcionários que nunca vão conseguir subir na vida




SÃO PAULO – É cada vez mais importante, no ambiente de trabalho, ter boas habilidades sociais. Saber lidar bem com pessoas pode ser mais importante, inclusive, do que algumas habilidades técnicas da função.
No entanto, não são todas as pessoas que possuem inteligência social. O site norte-americano "Business Insider" elaborou uma lista com nove tipos de pessoas que nunca vão conseguir ter sucesso no trabalho. Confira a seguir.

1 – O covarde

Medo é um motivador muito poderoso. É por isso que candidatos a presidente dizem que seus oponentes "destruirão a economia" ou anúncios dizem repetidamente que "fumar mata".
No ambiente de trabalho, pessoas que têm medo demais podem se tornar irracionais e adotar comportamento irracional. Colegas covardes são os primeiros a culpar os outros e a tentar maquiar grandes erros.

2 – O "dementador"

Essa criatura do universo de Harry Potter tem a habilidade de sugar a alma das pessoas de seus corpos e só trazem tristezas e más lembranças para quem está em seu entorno.
A autora da saga, J. K. Rowling, disse que desenvolveu esse conceito baseado em pessoas muito negativas –o tipo de pessoa que tem a habilidade de entrar em uma sala e acabar com a alegria dela. Pessoas assim vão sempre ver o copo meio vazio e encher as outras de medo e preocupação, mesmo em ótimos momentos.

3 – O arrogante

Pessoas arrogantes são uma perda de tempo, porque elas acreditam que tudo que você faz é um desafio pessoal. Arrogância é falsa confiança e sempre mascara grandes inseguranças. Pessoas arrogantes tendem a ter pior desempenho no trabalho e problemas cognitivos em relação à população média.

4 – O pensador pelo grupo

Pessoas assim sempre escolhem o caminho de menos resistência e são famosos por propagar a frase "é assim que sempre fizemos" mentalmente. Se você se sente vítima de lavagem cerebral, tome cuidado, o 'status quo' nunca leva ninguém para passos maiores.

5 – O "sem oportunidades"

Essas pessoas culpam rapidamente o fracasso pela falta de oportunidade. Enquanto uma pequena sorte pode trazer o vento certo para o barco das pessoas, elas chegam onde chegaram através de muito trabalho duro. O que essa pessoa não percebe é que sua atitude é o que a leva ao fracasso e não as circunstâncias.

6 – O temperamental

Algumas pessoas não têm nenhum controle sobre suas emoções. Elas vão estourar e projetar seus sentimentos sobre você, enquanto pensam que você é o único responsável pelo problema deles.
Pessoas temperamentais trabalham mal porque elas deixam suas emoções atrapalharem seu julgamento e a falta de controle destrói relacionamentos.

7 – A vítima

As vítimas são mais difíceis de se identificar porque no início você sente empatia por elas. Mas, com o tempo, você percebe que o "tempo de necessidade" delas é o tempo inteiro. Vítimas sempre se livram de qualquer responsabilidade ao fazer uma lombada se tornar uma montanha intransponível.

8 – O inocente

Só dá para sentir pena desse funcionário. Essa pessoa é aquela que faz tudo em qualquer momento por todo mundo. Essas pessoas acabam aceitando qualquer coisa, incluindo péssimos negócios e acaba perdendo qualquer respeito das outras pessoas.

9 – O que sempre pede desculpas

Para cada pessoa que deve um pedido de desculpas, existe outra que pede muito mais do que deveria. Pessoas sem confiança estão sempre se desculpando por suas ideias e ações.
Elas têm medo de fracasso e acreditam que pedir desculpa vai criar uma rede de segurança. No entanto, desculpas desnecessárias podem fazer com que as ideias desses funcionários pareçam piores do que elas realmente são.
Fonte: economia.uol.com

terça-feira, 7 de junho de 2016

Metade dos brasileiros diz viver "de salário em salário"



Consumidor no mercado
Consumidora no mercado


São Paulo - 49% dos brasileiros dizem viver "de salário em salário", de acordo com uma pesquisa recente da consultoria McKinsey com mil consumidores no país.
A parcela dos que concordam com a afirmação é grande (34%) até entre os de renda alta e chega aos 61% entre os de renda baixa.
Nos de renda média, 48% dizem viver sem nenhuma margem de segurança financeira, contra 42% na América do Sul e México e apenas 26% na média mundial.
O Brasil teve a pior confiança do consumidor entre os 26 países pesquisados: 8%, contra 14% entre os sul-americanos e mexicanos e 25% no mundo.
A confiança tem melhorado ligeiramente no Brasil nos últimos meses, mas continua bem abaixo da média histórica - seja entre consumidores ou no setor de indústria.
72% dos brasileiros se dizem preocupados que alguém na sua casa vá perder o emprego no próximo ano, e 52% acham que ficou mais difícil fazer as contas fecharem nos últimos 12 meses.
Este é um reflexo do processo de alta dos dois indicadores que compõe o "índice de infelicidade" de uma economia: o desemprego subiu para 11,2% no trimestre até abril e a inflação acumula 9,28% em 12 meses.
Desalavancagem
Mesmo uma alta na renda neste momento não teria grande impacto imediato. Segundo a McKinsey, os brasileiros dizem que se tivessem uma alta de 10% no salário, gastariam apenas um quarto disso - e em itens essenciais como comida e bebida.
Quase metade dos recursos iriam para a poupança e o resto serviria para pagar dívidas, confirmando uma correção forte no nível de consumo após anos de crescimento da renda e do crédito.
"O consumo das famílias responde por 60% do PIB e está em desalavancagem após um boom enorme. Agora é o momento de pagar as dívidas contraídas no passado - se não fosse por isso e pelo desemprego elevado, a recuperação econômica seria mais evidente", disse Silvia Matos, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV), após a divugação do PIB do 1º trimestre.
Hábitos de consumo
Três em cada quatro brasileiros estão procurando por formas de economizar e mais da metade está prestando mais atenção em preços (números bem próximos aos da América Latina).
Um estudo da dunnhumby no ano passado apontou que os brasileiros estão preferindo escolher embalagens menores ou uma marca de menor preço e qualidade para não precisar abrir mão da compra de alguns supérfluos. É o cliente "econômico extravagante"
Segundo a pesquisa da McKinsey, 19% dos consumidores diminuíram quantidades sem trocar de marca, enquanto um terço afirma manter comprando suas marcas preferidas mas pesquisam mais para encontrar o menor preço.
21% preferiram trocar para uma marca mais barata, especialmente em coisas como produtos de limpeza e água engarrafada. Dentro deste universo, 60% não pretendem voltar a comprar a marca mais cara.
Também há o grupo, ainda que menor, daqueles que estão substituindo marcas mais baratas por outras mais caras: eles são 5% dos brasileiros, contra 11% na média global.
15% dos consumidores brasileiros, por exemplo, fizeram um upgrade na marca de cerveja consumida, número que supera os 12% que fizeram downgrade.
Fonte: Exame

sexta-feira, 6 de maio de 2016

O futuro do trabalho: 10 casos em que robôs já tomaram o lugar de humanos




Estudo do Fórum Econômico Mundial prevê que, até 2020, novas tecnologias vão eliminar 5,1 milhões de postos de trabalho em 15 países. São elas:

Analista de investimentos
Atendente de loja
Carteiro
Metalúrgico
Jogador profissional de Go
Diretor de criação
Entregador de pizza
Editor de vídeo
Policial
Escritor