segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

Deputados da 20ª Legislatura serão empossados na Assembleia Legislativa na quarta-feira (1º)

 Cerimônia acontece no Plenário na Casa a partir das 14 horas e será transmitida pela TV Assembleia e pelas redes sociais do Poder Legislativo.

por Eduardo Santana/Alep

Créditos:Sandro Nascimento/Alep


A posse dos 54 deputados estaduais eleitos nas últimas eleições gerais de outubro acontece na próxima quarta-feira (1º), durante uma cerimônia que inicia às 14 horas. A solenidade será realizada no Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná, marcando o início a 20ª Legislatura da história paranaense (01/02/2023 a 31/01/2027).


Dos 54 parlamentares da atual legislatura, 30 foram reeleitos, três conquistaram vaga na Câmara dos Deputados, em Brasília. Com isso, a Assembleia Legislativa do Paraná terá uma renovação de 44,5% para nova legislatura.


Os novos deputados serão 24, mas nem todos estarão na Assembleia Legislativa pela primeira vez, como é o caso dos deputados Hussein Bakri (PSD), Ney Leprevost (União), Marcelo Rangel (PSD), Luis Corti (PSB), Gugu Bueno (PSD), Do Carmo (União Brasil) e Alisson Wandscheer (PROS). O deputado mais votado no estado foi Alexandre Curi (PSD) com 237.033 votos, já a deputada mais votada foi Marcia Huçulak (PSD) com 75.659 votos.


Na próxima legislatura, a Assembleia contará com uma bancada feminina composta por dez deputadas, a maior bancada da história. Na atual, são cinco deputadas. Além de Marcia Huçulak, integram o grupo as deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin (PT); Flávia Francischini (União); Maria Victoria (PP); Cantora Mara Lima (Republicanos); Mabel Canto e Cristina Silvestri (PSDB); Cloara Pinheiro (PSD) e Marli Paulino (Solidariedade).


A deputada mais nova da próxima legislatura será Ana Júlia (PT) com 22 anos, e o deputado mais idoso será Tercílio Turini (PSD) com 78 anos.


A solenidade será transmitida através da TV Assembleia e também pelas redes sociais do Poder Legislativo.


Confira quem são os deputados que serão empossados na quarta-feira (1º):

PSD

Alexandre Curi (reeleito)

Marcio Nunes (reeleito)

Ademar Traiano (reeleito)

Tiago Amaral (reeleito)

Luiz Claudio Romanelli (reeleito)

Hussein Bakri

Marcia Huçulak

Artagão Júnior (reeleito)

Cobra Repórter (reeleito)

Gugu Bueno

Marcelo Rangel

Adão Litro

Tercílio Turini (reeleito)

Evandro Araújo (reeleito)

Moacyr Fadel

Cloara Pinheiro

Federação PT/PV/PCdoB

Professor Lemos (reeleito)

Requião Filho (reeleito)

Arilson Chiorato (reeleito)

Renato Freitas

Ana Júlia

Luciana Rafagnin (reeleita)

Dr. Antenor

União Brasil

Ney Leprevost

Delegado Tito Barichello

Luiz Fernando Guerra (reeleito)

Do Carmo

Thiago Bührer

Mauro Moraes (reeleito)

Flávia Francischini

Progressistas

Paulo Gomes

Maria Victoria (reeleita)

Soldado Adriano José (reeleito)

Matheus Vermelho

PL

Marcel Micheletto (reeleito)

Ricardo Arruda (reeleito)

Delegado Jacovós (reeleito)

Gilson de Souza (reeleito)

Gilberto Ribeiro (reeleito)

Republicanos

Alexandre Amaro (reeleito)

Cantora Mara Lima (reeleita)

Marcio Pacheco (reeleito)

Federação PSDB/Cidadania

Mabel Canto (reeleita)

Cristina Silvestri (reeleita)

Douglas Fabrício (reeleito)

MDB

Anibelli Neto (reeleito)

Batatinha

PROS

Alisson Wandscheer

Samuel Dantas

Podemos

Fabio Oliveira

Denian Couto

PDT

Goura (reeleito)

Solidariedade

Marli Paulino

PSB

Luis Corti


Fonte: https://www.assembleia.pr.leg.br/

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Bolsonaro é diplomado no TSE; acompanhe

Presidente eleito afirmou que, a partir de 1º de janeiro, será o presidente dos 210 milhões de brasileiros: “governarei em benefício de todos, sem distinção de origem social, raça, sexo, cor, idade ou religião

Da Redação, com Folhapress  [10/12/2018]  [15h17]  Atualizado em 10/12/2018 às 17h31



Jair Bolsonaro recebeu o diploma de presidente da República da presidente do TSE, ministra Rosa Weber. Foto: Evaristo Sa/AFP


O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e seu vice Hamilton Mourão (PRTB) foram diplomados na tarde desta segunda-feira (10), em cerimônia no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Bolsonaro prestou continência para a plateia e foi aplaudido e chamado de mito por parte dos presentes.

A diplomação é uma etapa indispensável para que os eleitos possam tomar posse. Ela confirma que o político cumpriu as formalidades previstas na legislação eleitoral e está apto a exercer o mandato. A posse de Bolsonaro e Mourão ocorre em 1.º de janeiro.

A solenidade foi realizada no plenário do TSE e foi aberta com o Hino Nacional executado pela Banda dos Fuzileiros Navais. Os diplomas são assinados pela presidente da corte, ministra Rosa Weber.

LEIA TAMBÉM: Bolsonaro define seus 22 ministros. Conheça quem são e a nova estrutura de governo

Logo depois de ter sido diplomado, Bolsonaro fez um discurso conciliatório, no qual pediu o apoio de todos os brasileiros, e exaltou o papel das redes sociais no processo eleitoral deste ano. “Vivenciamos um novo tempo, as eleições de outubro revelaram uma nova prática. O poder popular não precisa mais de intermediação”, afirmou.

Eleito com forte presença nas redes sociais e com pouco tempo de televisão, Bolsonaro exaltou o papel da internet na corrida presidencial afirmando que “as novas tecnologias permitiram uma nova relação entre eleitor e seu representante”.

Em uma fala de dez minutos, fez acenos à classe política, deixou de lado o tom crítico adotado durante a campanha em relação à lisura do processo eleitoral, exaltou o voto popular e a atuação do tribunal. E agradeceu os 57 milhões de votos obtidos no segundo turno da disputa e pediu apoio dos que não o escolheram para presidente. “Aos que não me apoiaram, peço a sua confiança para construirmos juntos um futuro melhor para nosso país”, disse.

Ele afirmou ainda que, a partir de 1º de janeiro, será o presidente dos 210 milhões de brasileiros. “Governarei em benefício de todos, sem distinção de origem social, raça, sexo, cor, idade ou religião”, afirmou Bolsonaro.

Como foi a diplomação: https://www.youtube.com/watch?time_continue=1208&v=Z4JAzS8xT9w


Evento prestigiado
Cerca de 700 pessoas foram convidadas para assistir ao evento, segundo a assessoria do tribunal. Compareceram à cerimônia autoridades como o presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), João Otávio de Noronha, os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Eunício Oliveira (MDB-CE), respectivamente, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, entre outros.

Vários ministros do futuro governo também estavam lá, como Paulo Guedes (Economia), Luiz Henrique Mandetta (Saúde), Tereza Cristina (Agricultura) e Ricardo Salles (Meio Ambiente).

Do atual governo estavam os ministros Carlos Marun (Secretaria de Governo), Eliseu Padilha (Casa Civil) e Grace Mendonça (Advocacia-Geral da União). Entre os familiares do presidente eleito, participaram da cerimônia os filhos Flávio (eleito senador), Carlos (vereador no Rio de Janeiro) e Eduardo Bolsonaro (reeleito deputado federal).

A diplomação marca o início da “segunda temporada” do processo de transição. Concluídas as indicações dos futuros ministros, é a vez de montar as equipes de segundo e terceiro escalões. Desta vez, Bolsonaro admite aceitar indicações de partidos, mas diz que não haverá troca de favores. Segundo Eliseu Padilha, atual chefe da Casa Civil, o presidente eleito e sua equipe terão, pelo menos, 10 mil cargos de livre nomeação para indicar para o Executivo.

Fonte: Gazeta do Povo


quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Entenda o estudo da Fundação Dom Cabral que vai balizar a gestão Ratinho Junior

Por Gazeta do Povo
Euclides Lucas Garcia  [04/12/2018]  [18h30]

Pedido do governador eleito à instituição foi por uma máquina pública menor e mais eficiente. Entidade vai apresentar mais de uma possibilidade de reforma administrativa ao político do PSD

Faltando apenas 27 dias para Ratinho Junior tomar posse como governador do Paraná, a maior parte do primeiro escalão estadual segue indefinida. Das atuais 26 secretarias de Estado – incluindo as especiais e as estruturas com status de secretaria −, foram anunciados somente seis nomes para chefiá-las até agora. Um dos motivos é porque o político do PSD ainda aguarda a conclusão de um estudo contratado da Fundação Dom Cabral que vai redesenhar a máquina pública paranaense.

Com mais de 40 anos, a Dom Cabral é uma escola de negócios que capacita executivos, empresários e gestores públicos. A exemplo do estudo que vem sendo preparado para o governo do Paraná, a fundação já realizou trabalhos semelhantes para diversos outros estados e municípios pelo país.

Segundo Fabio Cammarota, professor de Gestão Pública e Organização do Estado da instituição, Ratinho receberá em mãos alguns desenhos da nova estrutura administrativa que o estado poderá ter – hoje são 175,2 mil cargos públicos ocupados e um orçamento de R$ 57,4 bilhões. O objetivo da Dom Cabral é apresentar possibilidades para atender o pedido feito pelo governador eleito: uma máquina pública menor e mais eficiente. “Mas a definição cabe a ele. Elencamos um rol de possibilidades, e o governador, que é o agente político eleito, faz suas escolhas.”

Que pedido o governador eleito Ratinho Junior fez à Dom Cabral?
Ele nos pediu um estudo de customização para tornar a casa mais enxuta, porém mais eficiente em sua governança.

E como está funcionando esse estudo na prática?
Trabalhamos com cenários. Estudamos cada setor do estado com base em entrevistas e estudos técnicos. Para cada grande tema, tentamos levantar uma modelagem alternativa. Trata-se de uma reforma administrativa, uma avaliação da arquitetura organizacional de cada área. Avaliamos competências, alcances, atribuições de cada setor, a ponto de identificar áreas de atuação sombreadas, às vezes omissas, até ir encontrando um cenário objetivo para isso.

Como são essas entrevistas e estudos técnicos? São com o atual ou com o futuro governo?
Estamos intensamente em comunicação com o governo atual e também com o gabinete de transição, com os agentes nomeados pelo Ratinho. Estamos visitando os órgãos e entidades estatais, com uma agenda formal articulada, e também ouvindo agentes técnicos que nos fornecem informações muito importantes para balizarmos os desenhos que apresentaremos ao governador eleito.

Estudamos cada setor do estado com base em entrevistas e estudos técnicos. Para cada grande tema, tentamos levantar uma modelagem alternativa. Trata-se de uma reforma administrativa, uma avaliação da arquitetura organizacional de cada área

Quem são essas pessoas entrevistadas?
Aqui é importante frisar que não estamos entrevistando agentes políticos nem técnicos de forma inapropriada ou incabível, sem a devida convocação. Entrevistamos pessoas proeminentes de cada área – secretários de Estado, superintendentes − a fim de encontrar racionalidade na máquina, dentro das particularidades do estado.


O orçamento de cada área entra nessa avaliação?
Não, a questão orçamentária não nos cabe neste momento.

Já é possível adiantar alguma das sugestões que serão apresentadas ao governador eleito?
Ele já tem alguns desenhos, mas não estão todos acabados. De todo modo, a definição cabe única e exclusivamente ao governador do estado. É o governador quem define o time dele, dentro das particularidades que julgar importantes. A Dom Cabral se baseia em critérios técnicos e, a partir daí, estabelece cenários de possibilidade para o governador. Não há da nossa parte uma determinação técnica para que nossas sugestões sejam acatadas. Elencamos um rol de possibilidades, e o governador, que é o agente político eleito, faz suas escolhas.

É possível traçar um paralelo de outros estudos que a Dom Cabral já fez para projetar o modelo a ser adotado no Paraná?
Essa não é uma questão trivial. Esse tipo de estudo passa necessariamente pelas particularidades de cada estado, pela história, governança, maneira de agir. Por isso, prefiro não fazer esse tipo de comparação.




Bolsonaro diz que lei dificulta emprego e estuda mudar reforma trabalhista


Do Uol
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta terça-feira (4) que está estudando mudanças na reforma trabalhista. Segundo ele, a atual legislação trabalhista está dificultando empregar no Brasil.
Aprovada em novembro do ano passado, a reforma foi a mais profunda mudança na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) desde sua criação, em 1943, no governo Getúlio Vargas.
Bolsonaro avaliou que a reforma já teve um reflexo positivo, com a queda no número de ações na Justiça do Trabalho.
Ele também afirmou que a extinção do Ministério do Trabalho, anunciada na véspera pelo futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, não vai afetar os trabalhadores. "Nenhum trabalhador vai perder seu direito nem ser prejudicado se não tiver ministério", disse. 
O presidente eleito participou nesta terça de reunião com partidos políticos. Após o encontro, Marcos Pereira, presidente do PRB, afirmou que Bolsonaro disse que a reforma trabalhista está sendo bem recebida e que há pontos a serem aprofundados, mas não especificou quais. 

Efeito Bolsonaro coloca Francischini em empate técnico com Greca na disputa pela Prefeitura de Curitiba


Por Blog do Tupan
Pesquisa realizada pelo Instituto IRG, em parceria com o Bem Paraná, mostra empate técnico entre o deputado federal e deputado estadual eleito Delegado Francischini (PSL) e o atual prefeito Rafael Greca (PMN) na disputa pela prefeitura de Curitiba, que acontecerá em 2020.  Em uma das pesquisas estimuladas, Francischini aparece com 19% das intenções de votos contra 17,3 % de Greca. Na outra pesquisa estimulada, Francischini aparece com 20,3% e Greca com 18%. O deputado estadual e deputado federal eleito Ney Leprevost (PSD) aparece em terceiro nas duas estimuladas, com 14% e 14,3% (veja tabelas ao lado). 
Segundo o diretor do Instituto IRG, Ricieri Garbelini, a visibilidade de Francischini na disputa pela prefeitura de Curitiba se deve ao efeito Bolsonaro, que começou na eleição de outubro e ainda domina a Capital paranaense. Em Curitiba, a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) no 2º turno da eleição presidencial foi ainda maior do que no resultado da votação nacional e estadual.  Por aqui, ele teve 786.377 votos, ou 76,54% dos votos válidos.  “Francischini foi o principal representante de Bolsonaro no Paraná. Esteve ao lado dele desde o início da campanha. Tanto que foi o deputado estadual mais votado, com 427.742 votos, elegeu mais sete parlamentares, fazendo do PSL a maior bancada na Assembleia. Isso tudo justifica seu desempenho”, lembra Garbelini. “Para garantir a manutenção dos votos, Francischini dependerá do resultado do governo Bolsonaro”. 
Sobre o desempenho de Greca, Garbelini avalia que o prefeito aparece bem, já que muitos dos outros candidatos que aparecem na estimulada tendem a apoiá-lo. “É a primeira pesquisa sobre as eleições de 2020, muita coisa vai mudar até lá, inclusive os apoios. E temos dois anos de governo ainda para Greca”, explica ele.  Greca, aliás, deve mudar de partido, já que o PMN terá dificuldades com a cláusula de barreira. Ele já foi convidado para ir para DEM e para entrar em um partido novo que estaria sendo idealizado pelo ex-senador Osmar Dias (PDT).
 A pesquisa ouviu 800 eleitores de Curitiba entre os dias 22 e 25 de novembro, tem grau de confiança de 95% e uma margem de erro estimada de 3,4% para mais ou para menos. 
AS INTENÇÕES DE VOTO PARA PREFEITO DE CURITIBA:
Estimulada 1
Delegado Francischini    PSL    19%
Rafael Greca    PMN    17,3%
Nenhum         14,8%
Ney Leprevost    PSD    14%
Gustavo Fruet    PDT    11,6%
Roberto Requião    PMDB    8,8%
Luciano Ducci    PSB    6,5%
Não sabe         5,3%
Tadeu Veneri     PT    2,8%
Estimulada 2
Delegado Francischini    PSL    20,3%
Rafael Greca    PMN    18%
Ney Leprevost    PSD    14,3%
Nenhum         14%
Gustavo Fruet     PDT    12,4%
Luciano Ducci     PSB    6,7%
João Arruda    MDB    5,7%
Não sabe         4,9%
Miriam Gonçalves    PT    3,7%
Mapa
Greca vai bem nas regionais Boa Vista e Matriz; Francischini, no Boqueirão e Bairro Novo
No cruzamento de informações com as regionais de Curitiba, a pesquisa IRG mostra que o prefeito Rafael Greca (PMN) está com a popularidade alta na regional Boa Vista, onde aparece com 25,6% das intenções de votos, na Matriz, onde obteve 24,9% das intenções de votos. 
Já o delegado Francischini (PSL) lidera nas intenções de votos no Boqueirão, com 28%, enquanto Greca tem apenas 8,8%. O deputado estadual eleito também aparece com vantagem no Bairro Novo, 17,15%, contra 5,8% de Greca.  O deputado federal eleito Ney Leprevost (PSD) se destaca na regional de Santa Felicidade, com 20% das intenções de votos , quase o mesmo porcentual de Francischini, 20,1%.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Filha mais nova de Obama trabalha em restaurante no início das férias

A filha mais nova de Barack Obama, Sasha, trabalha no caixa de um restaurante de Martha's Vineyard

Sasha, 15, filha mais nova do presidente dos EUA, Barack Obama, começou suas férias trabalhando em um restaurante de Martha's Vineyard, ilha turística no Estado de Massachusetts onde a família costuma descansar no verão.

Ela foi contratada pelo Nancy's, especializado em frutos do mar, para ser caixa em meio período de quatro horas na primeira semana na ilha. Depois, se juntará ao pai e à mãe, Michelle, para mais duas semanas de férias.

Assim como todos os membros da família, Sasha Obama é acompanhada por seis agentes do Serviço Secreto, que ficaram do lado de fora do estabelecimento enquanto ela trabalha.

Segundo o site americano "TMZ", a filha do presidente recebe a remuneração padrão, de US$ 12 (R$ 38,35) por hora mais as gorjetas dos clientes.

A família Obama aluga uma casa em Martha's Vineyard em quase todos os verões desde que Barack foi eleito para a Casa Branca, em 2008. A exceção foi 2012, quando o atual presidente disputava a reeleição.

Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 2 de agosto de 2016

PHS Colombo faz convenção e define candidatos em chapa única sem coligação na majoritária


Mais de cem pessoas participaram da convenção municipal PHS Colombo

Por Jesiel Jeronimo, Jornalista

A convenção municipal do partido Humanista da Solidariedade (PHS) de Colombo definiu na última segunda-feira (01) em chapa única, 19 candidatos a vereador. Também foi registrado em ata que o partido não se coligará às eleições majoritárias ficando livre a escolha para prefeito.

Kelly Menegari, presidente do PHS Colombo em abertura da convenção municipal
A presidente do partido, Kelly Menegari e o secretário convencionado, Rodrigo Santos Siqueira – conduziram os trabalhos com a presença de mais de cem participantes. Lideranças do Projeto Cidadania Vencer, prestigiaram o evento realizado na Rua dos Eucaliptos, no Maracanã.

Pré-candidatos

Pré-candidatos e apoiadores do PHS e Projeto Cidadania Vencer
Os 19 candidatos homologados nesta convenção respeitam a proporcionalidade estipulada em lei eleitoral. Nesse caso, 13 homens e 06 mulheres irão disputar 17 cadeiras da Câmara Municipal de Colombo no próximo dia 02 de outubro. Na ocasião todos foram orientados pelo departamento jurídico, doutora Brunna Picote e doutor Itacy Júnior, sobre o período eleitoral. Outros assuntos também estiveram em pauta além da escolha de seus números de campanha que comporão legenda do partido.

Rodrigo Siqueira, secretário do PHS Colombo em relatos da pauta da convenção
Os 19 candidatos a vereador homologados foram: Alcides Ribeiro; Amado Oliveira; Beto Moreira; Chico Bento; Darci Borges; Déborh Ferreira; Jorge Schimerski; Josi Barbiot; Jurandi Junior; Kelly Menegari; Loid Rocha; Marcos Schuindt; Michelli Teixeira; Missias Perreira; Nego; Tia Jô; Waldomirinho; Walter Santos; e Weslei Robert's.

Projeto Cidadania Vencer

Pastor Edilson Siqueira, idealizador do Projeto Cidadania Vencer
O presidente da AD Colombo, pastor Edilson Siqueira, idealizador do Projeto Cidadania Vencer, projeto político da igreja Assembleia de Deus - Ministério de Colombo, falou de sua satisfação em participar da convenção municipal.  Este projeto é parceiro do PHS no município. Edilson Siqueira conclamou aos candidatos para fazerem uma campanha limpa e exemplar a partir de 16 de agosto quando terão suas candidaturas oficialmente registradas e liberadas. Demais lideranças do projeto também discursaram em apoio ao partido PHS, depositando confiança em cada nome indicado pelo projeto Cidadania Vencer e homologados nesta convenção.

Unanimidade

Plenária da convenção PHS Colombo
Os candidatos puderam expressar suas expectativas ao pleito eletivo. Todos foram unânimes em dizer que estão comprometidos com a proposta do partido e agradecidos pela confiança das lideranças do Projeto Cidadania Vencer a eles direcionada.

União

Característica marcante do grupo político é a união. Isso foi notório quando discursaram demonstrando companheirismo ao afirmarem que independentemente do resultado individual a amizade e o respeito prevalecerá no coletivo.