domingo, 5 de fevereiro de 2023

Marcio Pacheco assume terceiro mandato consecutivo como deputado estadual do Paraná

 



@marciopachecopf assume seu terceiro mandato como deputado estadual na @assembleiaparana.


Pacheco defende, entre diversas outras - as bandeiras da vida, família e liberdade.

Desejamos sucesso em seu novo mandato.


+++++++++++++++++++++++++++++++++

Marcio Pacheco toma posse de seu terceiro mandato consecutivo como deputado estadual


Parlamentar garante trabalho ainda maior em defesa da família, da vida, da liberdade e das pautas do Oeste


“ Com muita emoção agradeço primeiramente a Deus, minha família e meus eleitores por tomar posse deste meu terceiro mandato como deputado estadual. Garanto que continuarei fiel aos valores e temas que tenho defendido em minha vida pública. Saibam que continuo firme defendendo os valores da família, da vida, pela liberdade e pelo nosso Brasil”, afirma o Deputado Estadual Marcio Pacheco (Republicanos) durante a posse do seu terceiro mandato consecutivo na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP). 

A cerimônia de instalação da 20ª Legislatura da Alep, realizada na tarde desta quarta-feira (01/02), foi comandada deputado estadual Ademar Traiano (PSD), atual presidente do legislativo paranaense. O mandato dos 54 deputados é de quatro anos, encerrando-se em 31 de janeiro de 2027.Conforme determina o artigo 5º do novo Regimento Interno da Alep, durante a cerimônia também foi dada posse à mesa executiva para o biênio 2023-2024. 

Reeleito em outubro passado para o seu terceiro mandato, Marcio Pacheco garante que continuará agindo com eficácia e transparência, trabalhando na defesa das demandas dos municípios paranaenses, em especial Cascavel e municípios da região Oeste do estado. 

O deputado tem grande atuação em defesa da família, da vida, dos valores e princípios cristãos além das pautas envolvendo as pessoas com Autismo, Síndrome de Down, dependência química, deformidades labiopalatais e entidades do terceiro setor.

Na área econômica, o parlamentar é defensor do setor privado e do agronegócio, sendo reconhecido também por lutar por melhorias das rodovias paranaenses. Pacheco, por meio de emendas parlamentares, destinou recursos para a pavimentação e duplicação de estradas e foi grande articulador para execução do Trevo Cataratas, obra aguardada pela população por mais de 30 anos e entregue em agosto de 2022.

“ Saibam que me sinto honrado e quero dar a vocês a certeza que seu voto será representado com o maior zelo, com o maior cuidado aqui na Assembleia Legislativa do Paraná. Continuarei representando toda a população de Cascavel, do oeste do Paraná e todos que votaram em mim”, enfatiza o deputado.

Em sua atuação na Assembleia Legislativa, Pacheco tem se destacado por iniciativas importantes, como a criação de 45 leis estaduais. Dentre elas, a obrigação do preso em pagar pelo uso da tornozeleira eletrônica e a isenção do pedágio nas rodovias paranaenses aos autistas e pessoas com outras deficiências que necessitam de tratamento médico fora de seu domicílio.

Marcio Pacheco também atuou em diversas comissões internas da Casa. Na atual, por exemplo, é o vice-presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a principal da ALEP e presidente da Comissão de Defesa do Consumidor.  

O deputado Marcio Pacheco reforça que seus gabinetes, em Curitiba como em Cascavel, estão sempre de portas abertas para os cidadãos paranaenses.


Fonte: Assessoria de Imprensa do deputado



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

Deputados da 20ª Legislatura serão empossados na Assembleia Legislativa na quarta-feira (1º)

 Cerimônia acontece no Plenário na Casa a partir das 14 horas e será transmitida pela TV Assembleia e pelas redes sociais do Poder Legislativo.

por Eduardo Santana/Alep

Créditos:Sandro Nascimento/Alep


A posse dos 54 deputados estaduais eleitos nas últimas eleições gerais de outubro acontece na próxima quarta-feira (1º), durante uma cerimônia que inicia às 14 horas. A solenidade será realizada no Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná, marcando o início a 20ª Legislatura da história paranaense (01/02/2023 a 31/01/2027).


Dos 54 parlamentares da atual legislatura, 30 foram reeleitos, três conquistaram vaga na Câmara dos Deputados, em Brasília. Com isso, a Assembleia Legislativa do Paraná terá uma renovação de 44,5% para nova legislatura.


Os novos deputados serão 24, mas nem todos estarão na Assembleia Legislativa pela primeira vez, como é o caso dos deputados Hussein Bakri (PSD), Ney Leprevost (União), Marcelo Rangel (PSD), Luis Corti (PSB), Gugu Bueno (PSD), Do Carmo (União Brasil) e Alisson Wandscheer (PROS). O deputado mais votado no estado foi Alexandre Curi (PSD) com 237.033 votos, já a deputada mais votada foi Marcia Huçulak (PSD) com 75.659 votos.


Na próxima legislatura, a Assembleia contará com uma bancada feminina composta por dez deputadas, a maior bancada da história. Na atual, são cinco deputadas. Além de Marcia Huçulak, integram o grupo as deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin (PT); Flávia Francischini (União); Maria Victoria (PP); Cantora Mara Lima (Republicanos); Mabel Canto e Cristina Silvestri (PSDB); Cloara Pinheiro (PSD) e Marli Paulino (Solidariedade).


A deputada mais nova da próxima legislatura será Ana Júlia (PT) com 22 anos, e o deputado mais idoso será Tercílio Turini (PSD) com 78 anos.


A solenidade será transmitida através da TV Assembleia e também pelas redes sociais do Poder Legislativo.


Confira quem são os deputados que serão empossados na quarta-feira (1º):

PSD

Alexandre Curi (reeleito)

Marcio Nunes (reeleito)

Ademar Traiano (reeleito)

Tiago Amaral (reeleito)

Luiz Claudio Romanelli (reeleito)

Hussein Bakri

Marcia Huçulak

Artagão Júnior (reeleito)

Cobra Repórter (reeleito)

Gugu Bueno

Marcelo Rangel

Adão Litro

Tercílio Turini (reeleito)

Evandro Araújo (reeleito)

Moacyr Fadel

Cloara Pinheiro

Federação PT/PV/PCdoB

Professor Lemos (reeleito)

Requião Filho (reeleito)

Arilson Chiorato (reeleito)

Renato Freitas

Ana Júlia

Luciana Rafagnin (reeleita)

Dr. Antenor

União Brasil

Ney Leprevost

Delegado Tito Barichello

Luiz Fernando Guerra (reeleito)

Do Carmo

Thiago Bührer

Mauro Moraes (reeleito)

Flávia Francischini

Progressistas

Paulo Gomes

Maria Victoria (reeleita)

Soldado Adriano José (reeleito)

Matheus Vermelho

PL

Marcel Micheletto (reeleito)

Ricardo Arruda (reeleito)

Delegado Jacovós (reeleito)

Gilson de Souza (reeleito)

Gilberto Ribeiro (reeleito)

Republicanos

Alexandre Amaro (reeleito)

Cantora Mara Lima (reeleita)

Marcio Pacheco (reeleito)

Federação PSDB/Cidadania

Mabel Canto (reeleita)

Cristina Silvestri (reeleita)

Douglas Fabrício (reeleito)

MDB

Anibelli Neto (reeleito)

Batatinha

PROS

Alisson Wandscheer

Samuel Dantas

Podemos

Fabio Oliveira

Denian Couto

PDT

Goura (reeleito)

Solidariedade

Marli Paulino

PSB

Luis Corti


Fonte: https://www.assembleia.pr.leg.br/

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Bolsonaro é diplomado no TSE; acompanhe

Presidente eleito afirmou que, a partir de 1º de janeiro, será o presidente dos 210 milhões de brasileiros: “governarei em benefício de todos, sem distinção de origem social, raça, sexo, cor, idade ou religião

Da Redação, com Folhapress  [10/12/2018]  [15h17]  Atualizado em 10/12/2018 às 17h31



Jair Bolsonaro recebeu o diploma de presidente da República da presidente do TSE, ministra Rosa Weber. Foto: Evaristo Sa/AFP


O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e seu vice Hamilton Mourão (PRTB) foram diplomados na tarde desta segunda-feira (10), em cerimônia no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Bolsonaro prestou continência para a plateia e foi aplaudido e chamado de mito por parte dos presentes.

A diplomação é uma etapa indispensável para que os eleitos possam tomar posse. Ela confirma que o político cumpriu as formalidades previstas na legislação eleitoral e está apto a exercer o mandato. A posse de Bolsonaro e Mourão ocorre em 1.º de janeiro.

A solenidade foi realizada no plenário do TSE e foi aberta com o Hino Nacional executado pela Banda dos Fuzileiros Navais. Os diplomas são assinados pela presidente da corte, ministra Rosa Weber.

LEIA TAMBÉM: Bolsonaro define seus 22 ministros. Conheça quem são e a nova estrutura de governo

Logo depois de ter sido diplomado, Bolsonaro fez um discurso conciliatório, no qual pediu o apoio de todos os brasileiros, e exaltou o papel das redes sociais no processo eleitoral deste ano. “Vivenciamos um novo tempo, as eleições de outubro revelaram uma nova prática. O poder popular não precisa mais de intermediação”, afirmou.

Eleito com forte presença nas redes sociais e com pouco tempo de televisão, Bolsonaro exaltou o papel da internet na corrida presidencial afirmando que “as novas tecnologias permitiram uma nova relação entre eleitor e seu representante”.

Em uma fala de dez minutos, fez acenos à classe política, deixou de lado o tom crítico adotado durante a campanha em relação à lisura do processo eleitoral, exaltou o voto popular e a atuação do tribunal. E agradeceu os 57 milhões de votos obtidos no segundo turno da disputa e pediu apoio dos que não o escolheram para presidente. “Aos que não me apoiaram, peço a sua confiança para construirmos juntos um futuro melhor para nosso país”, disse.

Ele afirmou ainda que, a partir de 1º de janeiro, será o presidente dos 210 milhões de brasileiros. “Governarei em benefício de todos, sem distinção de origem social, raça, sexo, cor, idade ou religião”, afirmou Bolsonaro.

Como foi a diplomação: https://www.youtube.com/watch?time_continue=1208&v=Z4JAzS8xT9w


Evento prestigiado
Cerca de 700 pessoas foram convidadas para assistir ao evento, segundo a assessoria do tribunal. Compareceram à cerimônia autoridades como o presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), João Otávio de Noronha, os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Eunício Oliveira (MDB-CE), respectivamente, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, entre outros.

Vários ministros do futuro governo também estavam lá, como Paulo Guedes (Economia), Luiz Henrique Mandetta (Saúde), Tereza Cristina (Agricultura) e Ricardo Salles (Meio Ambiente).

Do atual governo estavam os ministros Carlos Marun (Secretaria de Governo), Eliseu Padilha (Casa Civil) e Grace Mendonça (Advocacia-Geral da União). Entre os familiares do presidente eleito, participaram da cerimônia os filhos Flávio (eleito senador), Carlos (vereador no Rio de Janeiro) e Eduardo Bolsonaro (reeleito deputado federal).

A diplomação marca o início da “segunda temporada” do processo de transição. Concluídas as indicações dos futuros ministros, é a vez de montar as equipes de segundo e terceiro escalões. Desta vez, Bolsonaro admite aceitar indicações de partidos, mas diz que não haverá troca de favores. Segundo Eliseu Padilha, atual chefe da Casa Civil, o presidente eleito e sua equipe terão, pelo menos, 10 mil cargos de livre nomeação para indicar para o Executivo.

Fonte: Gazeta do Povo


quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Entenda o estudo da Fundação Dom Cabral que vai balizar a gestão Ratinho Junior

Por Gazeta do Povo
Euclides Lucas Garcia  [04/12/2018]  [18h30]

Pedido do governador eleito à instituição foi por uma máquina pública menor e mais eficiente. Entidade vai apresentar mais de uma possibilidade de reforma administrativa ao político do PSD

Faltando apenas 27 dias para Ratinho Junior tomar posse como governador do Paraná, a maior parte do primeiro escalão estadual segue indefinida. Das atuais 26 secretarias de Estado – incluindo as especiais e as estruturas com status de secretaria −, foram anunciados somente seis nomes para chefiá-las até agora. Um dos motivos é porque o político do PSD ainda aguarda a conclusão de um estudo contratado da Fundação Dom Cabral que vai redesenhar a máquina pública paranaense.

Com mais de 40 anos, a Dom Cabral é uma escola de negócios que capacita executivos, empresários e gestores públicos. A exemplo do estudo que vem sendo preparado para o governo do Paraná, a fundação já realizou trabalhos semelhantes para diversos outros estados e municípios pelo país.

Segundo Fabio Cammarota, professor de Gestão Pública e Organização do Estado da instituição, Ratinho receberá em mãos alguns desenhos da nova estrutura administrativa que o estado poderá ter – hoje são 175,2 mil cargos públicos ocupados e um orçamento de R$ 57,4 bilhões. O objetivo da Dom Cabral é apresentar possibilidades para atender o pedido feito pelo governador eleito: uma máquina pública menor e mais eficiente. “Mas a definição cabe a ele. Elencamos um rol de possibilidades, e o governador, que é o agente político eleito, faz suas escolhas.”

Que pedido o governador eleito Ratinho Junior fez à Dom Cabral?
Ele nos pediu um estudo de customização para tornar a casa mais enxuta, porém mais eficiente em sua governança.

E como está funcionando esse estudo na prática?
Trabalhamos com cenários. Estudamos cada setor do estado com base em entrevistas e estudos técnicos. Para cada grande tema, tentamos levantar uma modelagem alternativa. Trata-se de uma reforma administrativa, uma avaliação da arquitetura organizacional de cada área. Avaliamos competências, alcances, atribuições de cada setor, a ponto de identificar áreas de atuação sombreadas, às vezes omissas, até ir encontrando um cenário objetivo para isso.

Como são essas entrevistas e estudos técnicos? São com o atual ou com o futuro governo?
Estamos intensamente em comunicação com o governo atual e também com o gabinete de transição, com os agentes nomeados pelo Ratinho. Estamos visitando os órgãos e entidades estatais, com uma agenda formal articulada, e também ouvindo agentes técnicos que nos fornecem informações muito importantes para balizarmos os desenhos que apresentaremos ao governador eleito.

Estudamos cada setor do estado com base em entrevistas e estudos técnicos. Para cada grande tema, tentamos levantar uma modelagem alternativa. Trata-se de uma reforma administrativa, uma avaliação da arquitetura organizacional de cada área

Quem são essas pessoas entrevistadas?
Aqui é importante frisar que não estamos entrevistando agentes políticos nem técnicos de forma inapropriada ou incabível, sem a devida convocação. Entrevistamos pessoas proeminentes de cada área – secretários de Estado, superintendentes − a fim de encontrar racionalidade na máquina, dentro das particularidades do estado.


O orçamento de cada área entra nessa avaliação?
Não, a questão orçamentária não nos cabe neste momento.

Já é possível adiantar alguma das sugestões que serão apresentadas ao governador eleito?
Ele já tem alguns desenhos, mas não estão todos acabados. De todo modo, a definição cabe única e exclusivamente ao governador do estado. É o governador quem define o time dele, dentro das particularidades que julgar importantes. A Dom Cabral se baseia em critérios técnicos e, a partir daí, estabelece cenários de possibilidade para o governador. Não há da nossa parte uma determinação técnica para que nossas sugestões sejam acatadas. Elencamos um rol de possibilidades, e o governador, que é o agente político eleito, faz suas escolhas.

É possível traçar um paralelo de outros estudos que a Dom Cabral já fez para projetar o modelo a ser adotado no Paraná?
Essa não é uma questão trivial. Esse tipo de estudo passa necessariamente pelas particularidades de cada estado, pela história, governança, maneira de agir. Por isso, prefiro não fazer esse tipo de comparação.




Bolsonaro diz que lei dificulta emprego e estuda mudar reforma trabalhista


Do Uol
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta terça-feira (4) que está estudando mudanças na reforma trabalhista. Segundo ele, a atual legislação trabalhista está dificultando empregar no Brasil.
Aprovada em novembro do ano passado, a reforma foi a mais profunda mudança na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) desde sua criação, em 1943, no governo Getúlio Vargas.
Bolsonaro avaliou que a reforma já teve um reflexo positivo, com a queda no número de ações na Justiça do Trabalho.
Ele também afirmou que a extinção do Ministério do Trabalho, anunciada na véspera pelo futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, não vai afetar os trabalhadores. "Nenhum trabalhador vai perder seu direito nem ser prejudicado se não tiver ministério", disse. 
O presidente eleito participou nesta terça de reunião com partidos políticos. Após o encontro, Marcos Pereira, presidente do PRB, afirmou que Bolsonaro disse que a reforma trabalhista está sendo bem recebida e que há pontos a serem aprofundados, mas não especificou quais. 

Efeito Bolsonaro coloca Francischini em empate técnico com Greca na disputa pela Prefeitura de Curitiba


Por Blog do Tupan
Pesquisa realizada pelo Instituto IRG, em parceria com o Bem Paraná, mostra empate técnico entre o deputado federal e deputado estadual eleito Delegado Francischini (PSL) e o atual prefeito Rafael Greca (PMN) na disputa pela prefeitura de Curitiba, que acontecerá em 2020.  Em uma das pesquisas estimuladas, Francischini aparece com 19% das intenções de votos contra 17,3 % de Greca. Na outra pesquisa estimulada, Francischini aparece com 20,3% e Greca com 18%. O deputado estadual e deputado federal eleito Ney Leprevost (PSD) aparece em terceiro nas duas estimuladas, com 14% e 14,3% (veja tabelas ao lado). 
Segundo o diretor do Instituto IRG, Ricieri Garbelini, a visibilidade de Francischini na disputa pela prefeitura de Curitiba se deve ao efeito Bolsonaro, que começou na eleição de outubro e ainda domina a Capital paranaense. Em Curitiba, a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) no 2º turno da eleição presidencial foi ainda maior do que no resultado da votação nacional e estadual.  Por aqui, ele teve 786.377 votos, ou 76,54% dos votos válidos.  “Francischini foi o principal representante de Bolsonaro no Paraná. Esteve ao lado dele desde o início da campanha. Tanto que foi o deputado estadual mais votado, com 427.742 votos, elegeu mais sete parlamentares, fazendo do PSL a maior bancada na Assembleia. Isso tudo justifica seu desempenho”, lembra Garbelini. “Para garantir a manutenção dos votos, Francischini dependerá do resultado do governo Bolsonaro”. 
Sobre o desempenho de Greca, Garbelini avalia que o prefeito aparece bem, já que muitos dos outros candidatos que aparecem na estimulada tendem a apoiá-lo. “É a primeira pesquisa sobre as eleições de 2020, muita coisa vai mudar até lá, inclusive os apoios. E temos dois anos de governo ainda para Greca”, explica ele.  Greca, aliás, deve mudar de partido, já que o PMN terá dificuldades com a cláusula de barreira. Ele já foi convidado para ir para DEM e para entrar em um partido novo que estaria sendo idealizado pelo ex-senador Osmar Dias (PDT).
 A pesquisa ouviu 800 eleitores de Curitiba entre os dias 22 e 25 de novembro, tem grau de confiança de 95% e uma margem de erro estimada de 3,4% para mais ou para menos. 
AS INTENÇÕES DE VOTO PARA PREFEITO DE CURITIBA:
Estimulada 1
Delegado Francischini    PSL    19%
Rafael Greca    PMN    17,3%
Nenhum         14,8%
Ney Leprevost    PSD    14%
Gustavo Fruet    PDT    11,6%
Roberto Requião    PMDB    8,8%
Luciano Ducci    PSB    6,5%
Não sabe         5,3%
Tadeu Veneri     PT    2,8%
Estimulada 2
Delegado Francischini    PSL    20,3%
Rafael Greca    PMN    18%
Ney Leprevost    PSD    14,3%
Nenhum         14%
Gustavo Fruet     PDT    12,4%
Luciano Ducci     PSB    6,7%
João Arruda    MDB    5,7%
Não sabe         4,9%
Miriam Gonçalves    PT    3,7%
Mapa
Greca vai bem nas regionais Boa Vista e Matriz; Francischini, no Boqueirão e Bairro Novo
No cruzamento de informações com as regionais de Curitiba, a pesquisa IRG mostra que o prefeito Rafael Greca (PMN) está com a popularidade alta na regional Boa Vista, onde aparece com 25,6% das intenções de votos, na Matriz, onde obteve 24,9% das intenções de votos. 
Já o delegado Francischini (PSL) lidera nas intenções de votos no Boqueirão, com 28%, enquanto Greca tem apenas 8,8%. O deputado estadual eleito também aparece com vantagem no Bairro Novo, 17,15%, contra 5,8% de Greca.  O deputado federal eleito Ney Leprevost (PSD) se destaca na regional de Santa Felicidade, com 20% das intenções de votos , quase o mesmo porcentual de Francischini, 20,1%.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Filha mais nova de Obama trabalha em restaurante no início das férias

A filha mais nova de Barack Obama, Sasha, trabalha no caixa de um restaurante de Martha's Vineyard

Sasha, 15, filha mais nova do presidente dos EUA, Barack Obama, começou suas férias trabalhando em um restaurante de Martha's Vineyard, ilha turística no Estado de Massachusetts onde a família costuma descansar no verão.

Ela foi contratada pelo Nancy's, especializado em frutos do mar, para ser caixa em meio período de quatro horas na primeira semana na ilha. Depois, se juntará ao pai e à mãe, Michelle, para mais duas semanas de férias.

Assim como todos os membros da família, Sasha Obama é acompanhada por seis agentes do Serviço Secreto, que ficaram do lado de fora do estabelecimento enquanto ela trabalha.

Segundo o site americano "TMZ", a filha do presidente recebe a remuneração padrão, de US$ 12 (R$ 38,35) por hora mais as gorjetas dos clientes.

A família Obama aluga uma casa em Martha's Vineyard em quase todos os verões desde que Barack foi eleito para a Casa Branca, em 2008. A exceção foi 2012, quando o atual presidente disputava a reeleição.

Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 2 de agosto de 2016

PHS Colombo faz convenção e define candidatos em chapa única sem coligação na majoritária


Mais de cem pessoas participaram da convenção municipal PHS Colombo

Por Jesiel Jeronimo, Jornalista

A convenção municipal do partido Humanista da Solidariedade (PHS) de Colombo definiu na última segunda-feira (01) em chapa única, 19 candidatos a vereador. Também foi registrado em ata que o partido não se coligará às eleições majoritárias ficando livre a escolha para prefeito.

Kelly Menegari, presidente do PHS Colombo em abertura da convenção municipal
A presidente do partido, Kelly Menegari e o secretário convencionado, Rodrigo Santos Siqueira – conduziram os trabalhos com a presença de mais de cem participantes. Lideranças do Projeto Cidadania Vencer, prestigiaram o evento realizado na Rua dos Eucaliptos, no Maracanã.

Pré-candidatos

Pré-candidatos e apoiadores do PHS e Projeto Cidadania Vencer
Os 19 candidatos homologados nesta convenção respeitam a proporcionalidade estipulada em lei eleitoral. Nesse caso, 13 homens e 06 mulheres irão disputar 17 cadeiras da Câmara Municipal de Colombo no próximo dia 02 de outubro. Na ocasião todos foram orientados pelo departamento jurídico, doutora Brunna Picote e doutor Itacy Júnior, sobre o período eleitoral. Outros assuntos também estiveram em pauta além da escolha de seus números de campanha que comporão legenda do partido.

Rodrigo Siqueira, secretário do PHS Colombo em relatos da pauta da convenção
Os 19 candidatos a vereador homologados foram: Alcides Ribeiro; Amado Oliveira; Beto Moreira; Chico Bento; Darci Borges; Déborh Ferreira; Jorge Schimerski; Josi Barbiot; Jurandi Junior; Kelly Menegari; Loid Rocha; Marcos Schuindt; Michelli Teixeira; Missias Perreira; Nego; Tia Jô; Waldomirinho; Walter Santos; e Weslei Robert's.

Projeto Cidadania Vencer

Pastor Edilson Siqueira, idealizador do Projeto Cidadania Vencer
O presidente da AD Colombo, pastor Edilson Siqueira, idealizador do Projeto Cidadania Vencer, projeto político da igreja Assembleia de Deus - Ministério de Colombo, falou de sua satisfação em participar da convenção municipal.  Este projeto é parceiro do PHS no município. Edilson Siqueira conclamou aos candidatos para fazerem uma campanha limpa e exemplar a partir de 16 de agosto quando terão suas candidaturas oficialmente registradas e liberadas. Demais lideranças do projeto também discursaram em apoio ao partido PHS, depositando confiança em cada nome indicado pelo projeto Cidadania Vencer e homologados nesta convenção.

Unanimidade

Plenária da convenção PHS Colombo
Os candidatos puderam expressar suas expectativas ao pleito eletivo. Todos foram unânimes em dizer que estão comprometidos com a proposta do partido e agradecidos pela confiança das lideranças do Projeto Cidadania Vencer a eles direcionada.

União

Característica marcante do grupo político é a união. Isso foi notório quando discursaram demonstrando companheirismo ao afirmarem que independentemente do resultado individual a amizade e o respeito prevalecerá no coletivo.  

terça-feira, 26 de julho de 2016

CGADB: Propaganda antecipada de pré-candidatos leva Comissão Eleitoral a se manifestar

Comissão Eleitoral alertou, em comunicado oficial, a irregularidade desta prática


Pastores José Wellington Junior e Samuel Câmara, atuais pré-candidatos à presidência da CGADB
Muitos políticos do meio secular quebram as regras quando fazem uso da chamada propaganda eleitoral antecipada. Esta, nas palavras de Arthur Rollo, consiste na divulgação de idéias e opiniões, visando captar a simpatia do eleitorado e obter-lhe o voto. Visando impor limites para isso é que a justiça eleitoral do país impõe uma série de restrições para as quais os candidatos a prefeito, vice-prefeito ou vereador, partidos e coligações devem ficar atentos a fim de que não recebam punições que vão de multa até mesmo detenção.
Essa normativa é também válida e reguladora do processo eleitoral no ambiente eclesiástico e a menos de um ano para as eleições do maior concílio assembleiano do país, a Convenção Geral das Assembleia de Deus no Brasil (CGADB), que acontece em abril de 2017, os prováveis candidatos foram alertados pela Comissão Eleitoral quanto a isto.
Irregularidades
Após ter chegado ao conhecimento da Comissão Eleitoral a existência de propaganda eleitoral antecipada por parte de possíveis pré-candidatos, esta emitiu um comunicado no site da CGADB alertando aos ministros sobre a irregularidade desta prática e também advertindo os possíveis envolvidos sobre as possíveis punições a quem não acatar as regras que, de acordo com o artigo 24 do Estatuto da convenção, pode ser advertência escrita, invalidação do registro do candidato ou perda dos votos.
Segundo o comunicado da Comissão, a resolução que vai regulamentar a propaganda eleitoral do novo pleito da convenção ainda será publicada e está aguardando somente a publicação do edital de convocação para a 43ª AGO da CGADB que deverá ser feito dia 01 de agosto. Enquanto isso, os candidatos devem aguardar os prazos e as regras estipulados pelo estatuto que diz que as propagandas só podem ser realizadas após a aprovação e publicação dos nomes dos candidatos. 
Pré-candidatos
Descartada uma possível chapa única para as próximas eleições da CGADB, o atual cenário conta com os dois nomes que já constam como pré-candidatos à presidência da instituição – Pastores José Wellington Junior e Samuel Câmara.
O pastor Samuel Câmara  fez o lançamento de sua pré-candidatura em abril deste ano, em Cariacica, no Estado do Espirito Santo, durante durante a 73ª  Assembleia Geral Ordinária da Confrateres, que reuniu milhares de convencionais do Estado do Espirito Santos e  estados vizinhos. A informação do lançamento da pré-candidatura oficial do pastor Samuel Câmara no evento, foi confirmado na época foi confirmada ao JM Notícia pelo pelo presidente da Convenção das Assembleias de Deus no Estado do Espirito Santo (CONFRATERES), pastor Ivan Bastos, tesoureiro da CGADB.
Em março de 2015, durante um evento em Palmas, o JM Notícia entrevistou o pastor Samuel que na época mostrou-se ainda receoso em colocar seu nome novamente para uma possível corrida eleitoral. O pastor afirmou na entrevista que naquele momento “menos do que sempre” pretendia lançar-se novamente a este projeto. “Se Deus tiver um projeto, ele vai ter que limpar essa área toda”, disse o líder assembleiano que já disputou três vezes a presidência da CGADB.
Atualmente o pastor Samuel Câmara tem se mostrado mais otimista em relação a sua candidatura e esta ganhou mais força após a liderança da Convenção ter selado a paz em acordo histórico no início deste mês e a Mesa Diretora ter reintegrado seu nome ao quadro convencional durante o evento no Rio de Janeiro.
Quem tem viajado o país em pré-campanha, é o presidente da Casa Publicadoras das Assembleias de Deus (CPAD), pastor José Wellington Júnior. Ele tem participado em diversas AGO’s  em vários estados e costurado apoio à sua candidatura. Recentemente em entrevista ao JM Notícia, o líder da Convenção do Sul do Maranhão (Comadesma), pastor José Alves Cavalcante afirmou que seu voto será do pastor José Wellington Júnior.
No Tocantins, Wellington Júnior sai na frente. Atualmente conta com o apoio da Ciadseta-TO, Coimadetins, ainda em processo de recebimento junto a CGADB, AD Missão ligada a Comadegb, do pastor Orcival Xavier.
Não sendo um usuário tão assíduo nas redes sociais como o pastor Samuel, o pastor JWJ trata mais pessoalmente com seus companheiros sobre seus projetos para a convenção que é liderada pelo seu pais há desde maio de 1988 (com exceção de 1989 e 1993-1995).
Entretanto, um dos auxiliares direto de seu pai, que é inclusive assessor de comunicação da entidade, tem usado as redes sociais para “desconstruir” as propostas do seu concorrente, conforme imagem abaixo onde fala sobre um dos assuntos que o pastor Samuel Câmara tem falado muito – a rotatividade de presidentes e da Mesa Diretora.
Fonte: jmnoticia

Com faixa, igreja pede que candidatos não visitem templo durante campanha

Pastor afirma que em três anos nenhum político esteve no local, por isso, em época de eleição visitas não são bem-vindas


Os partidos políticos ainda estão definindo seus candidatos a prefeitos e vereadores – em Novo Hamburgo até 4 de agosto acontecem as convenções –, mas a partir de 16 de agosto a campanha eleitoral está liberada. A partir daí, até o dia da eleição, em 2 de outubro, começa uma verdadeira guerra por votos. Nesse período se intensifica o chamado “corpo a corpo”, momento em que os candidatos vão às ruas pedir votos. Entre as ações estão visitas a entidades, associações e também igrejas.
É foi com a intensão de advertir os candidatos a não pedirem votos na Igreja Batista Nacional Avivar de Novo Hamburgo, que o pastor Juliano Souto colocou uma faixa, no mínimo, inusitada em frente ao tempo, que fica no bairro Rondônia.”Senhores candidatos a vereadores e a prefeito, estamos há três anos nesta comunidade e nunca tivemos o privilégio de suas visitas. Queremos continuar assim até outubro deste ano. Após este período, serão bem-vindos!”
“A nossa igreja tem consciência que deve influenciar em todas as áreas e nesta eleição queremos levantar a bandeira contra a hipocrisia e blindarmos nossa comunidade de maus elementos que abusam do poder público para se locupletar”, afirmou o pastor, completando: “Depois das eleições a igreja estará de braços abertos a nossa liderança municipal, pois temos que honrar as autoridades constituídas.”
Fonte: jmnoticia Com informações JornalNH

sábado, 23 de julho de 2016

Walter Santos é pré-candidato a vereador pela unidade da população e poder público

Pré-candidato a vereador Walter Santos


Por Jesiel Jeronimo, Jornalista

Walter Moacir dos Santos, natural de Curitiba, nasceu em 27 de agosto de 1980, 35 anos, mora em Colombo desde 1986 no Jardim Eucaliptos, casado com Giseli Grein Fernandes é empresário do ramo de serviços hidráulicos e manutenções. Como líder familiar é pai de seis filhos: Chistopher Wesley; Mariana e Manuela (gêmeas);  Walifer; Wallace; e Geisi Ellen. Walter Santos é pré-candidato a vereador pelo Partido Humanista da Solidariedade (PHS).

Ocupações profissionais

Walter Santos é um batalhador. Sua trajetória profissional passa por diversas ocupações. Foi sorveteiro, entregador de pão, boleiro, rebatedor e instrutor de tênis, motoboy, motorista particular, caseiro, manobrista entre outras. Jamais deixou de lutar por seus sonhos. A função de caseiro foi desempenhada entre 2000 e 2002 em São Paulo na residência da Família Tuma, família do senador Romeu Tuma (em memória). Nesse ambiente, conviveu um pouco com os maiores nomes da política brasileira.

Walter Santos na empresa Renaut em São José dos Pinhais
Outra experiência de vida foi na empresa Renaut do Brasil entre 2004 e 2008 em São José dos Pinhais. Nessa empresa desenvolveu as funções de operador multifuncional Júnior e operador multifuncional líder. Também foi eleito para dois mandatos consecutivos, presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). Seu profissionalismo e zelo com suas responsabilidades o colocaram nessa importante comissão de segurança no Trabalho.

Tríplice jornada

No período estudantil entre 1995-1999 chegou a trabalhar em três empregos como: Garçon, rebatedor de tênis e vigilante/manobrista. A função rebatedor de tênis foi no Círculo Militar onde auxiliou a ex-tenista Giseli Miró, campeã com duas medalhas dos Jogos Pan-americanos de 1987, ouro individual e bronze ao lado de Fernando Roese. Foi vigilante/manobrista porque nesse período morava no local do trabalho. Após chegar da aula, ficava atento quando os clientes precisavam retirar seus veículos, mesmo nas altas madrugadas.

Empresário

Em 2009 montou a empresa WM Instalações, prestação de serviços hidráulicos, manutenção e desentupimentos. Mas antes, em 2007 trabalhou na área quando desempenhou atividades que lhe deram suporte para montar seu próprio negócio.

Walter Santos e a esposa Giseli Fernandes
Liderança na igreja

Walter Santos se converteu ao evangelho em 2007. Serve a Jesus Cristo na igreja Assembleia de Deus no bairro Jardim dos Eucaliptos onde mora e já atua como líder de célula, reunião feita nas casas para pregar a Palavra de Deus. É obreiro da igreja, serve como diácono.

Política

Convidado para pré-candidato a vereador, Walter Santos não imaginava essa possibilidade em sua vida. Mas como um bom guerreiro que é, aceitou o desafio. Suas bandeiras de luta estão voltadas para a área da segurança, saúde, esporte, ação social e urbanismo. Seus projetos passam pela união de esforços do poder público e voluntariado dos moradores da cidade. Walter Santos acredita na parceria dos munícipes colombenses.  

À frente da Câmara, Temer já foi crítico quanto a enxurrada de MPs

EDGAR SILVA SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente interino, Michel Temer, sabe o que é sofrer com o excesso de envio de medidas provisórias ao Congresso. Como presidente da Câmara entre 1997 e 2001 teve de usar toda sua experiência política para contornar a enxurrada de MPs enviadas pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso.

Reportagem da Folha de S.Paulo publicada nesta quinta-feira (21) revelou que, mesmo interino, Michel Temer (PMDB) é o presidente da República que mais editou medidas provisórias no início de uma gestão desde Fernando Collor (1990). À época, o assunto mobilizou Câmara e Senado, já que tanto a demanda quanto a exigência de aprovação eram altas. No final de 1997, Temer disse que conversaria com FHC sobre o volume de MPs ao Congresso. ‘Estive com o presidente e pedi para que ele incluísse no texto da convocação extraordinária do Congresso, em janeiro e fevereiro [de 1998], o projeto de regulamentação das MPs.

O que vem ocorrendo é um abuso de autoridade do Executivo‘, afirmou o então presidente da Câmara. Naquela ocasião, segundo a reportagem apurou, Fernando Henrique mandou originalmente 103 MPs ao Congresso, uma média de quase três por mês, e reeditou estas e outras MPs 1.645 vezes. Apenas 26 MPs foram apreciadas, votadas e aprovadas pela Câmara e pelo Senado. Outro que também mobilizou parlamentares a respeito de medidas provisórias foi o ex-senador Antônio Carlos Magalhães (1927-2007). No final de 1999 o envio de MPs ao Congresso não tinha diminuído. Diante dos pedidos do ex-presidente, ACM criticou a conduta. ‘O vício do cachimbo põe a boca torta.

Os governantes, de 88 [ano da promulgação da Constituição, que criou o instrumento da MP] para cá, acham que dá para legislar por medida provisória. Aí, eu discordo do presidente Fernando Henrique‘. Apesar da regulamentação feita em setembro de 2001, segundo a qual as MPs não votadas pelo Congresso em até 45 dias passaram a obter prioridade de votação no plenário, barrando a análise de todos os outros projetos, Michel Temer voltou a ter problemas com os pedidos de medidas provisórias durante seu segundo mandato na presidência na Câmara. Em março de 2009, ele declarou que as MPs não deveriam trancar pauta. Pressionado pela baixa produtividade da Câmara, o presidente Michel Temer (PMDB-SP) resolveu adotar nova interpretação da Constituição e anunciou no dia 17 de março que medidas provisórias não teriam prioridade de voto sobre outras propostas.

"O Legislativo não pode legislar. Enquanto houver medida provisória trancando a pauta, o Legislativo que se cale, silencie e preste obediência a este Poder extraordinário, enaltecido, que é o Poder Executivo... Se não encontrarmos uma solução, no caso, interpretativa do texto constitucional que nos permita o destrancamento da pauta, vamos passar, senhoras e senhores deputados, praticamente este ano sem conseguir levar adiante as propostas que tramitam por esta casa que não sejam as medidas provisórias."

Fonte: Bem Paraná